leituras

2018 em livros

Em livro físico

O Jogador, Dostoiévski Uma breve história do tempo, Stephen Hawking A Volta ao Mundo em 80 Dias, Jules Verne Coração e Alma, Maylis de Kerangal Fique Comigo, Ayobami Adebayo O Dia do Curinga, Jostein Gaarder Stalker, Tarryn Fisher A Boa Filha, Karin Slaughter Passeio ao Farol, Virginia Woolf As Esganadas, Jô Soares

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Leituras para 2019

O Clube de Jardineiros de Fumaça, Carol Bensimon. Parei na página 105.

Trem Noturno para Lisboa, Pascal Mercier. Edição no Kindle. Li 25%.

Última atualização: 05/01/2019

O Jogador, de Dostoievski

Primeiro livro do Dostoievski que eu leio e a impressão que tive é que os personagens são “transparentes” como cristal diante do leitor. Parece que a gente sabe tudo sobre eles; o autor nem precisou escrever muito. Confesso que achei que iria ser um suplício, mas o texto é leve e as histórias são de fácil assimilação. Próximo passo será Crime e Castigo. Será que consigo?

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Eu que já tentei escrever um livro diversas vezes

O título desse post pode sugerir muitas coisas — até porque todo mundo já decidiu escrever um livro em algum momento na vida. Ou talvez o correto não seria ‘decidido’, mas pensado, talvez. “Vou escrever um livro sobre essa minha vida desastrada”, etc. A gente tem essa urgência de escrever, como se colocar as coisas no papel fosse uma solução “carta-na-manga” para muitas de nossas angústias. No final, ninguém faz absolutamente nada. Continuamos alimentando nossa frustração diária e dizendo que sim, vou pôr no papel (ou na tela do computador) o acontecimento de hoje para jamais esquecer e livrar de mim tal preocupação.

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Anjos em Minha Vida, Lorna Byrne

Anjos Em Minha Vida (Sextante, 2010) foi um livro que li lá em meados de 2010 e jamais esqueci. Sabe aquelas leituras que fixam na sua mente, que você não consegue se desfazer das lembranças que o texto traz mesmo que queira? Então. Foi um dos poucos livros que me fizeram chorar de verdade. Mas eu gosto assim, de leituras que marcam, que deixam rastros na nossa vida, e que nos façam evoluir e aprender.

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Leituras de 2018

Atingi a meta de leitura do ano. Eu tinha colocado, por brincadeira, 20 livros para 2018. Era realmente pura brincadeira – jamais imaginei que terminaria um e logo emendaria com outro. E assim foi. Cheguei a ler dois por mês. Parece brincadeira, pois sei que há pessoas que leem bem mais que isso, mas foi a primeira vez que “dei o gás” nos meus livros que estavam encostados na minha estante pegando poeira.

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A falta

Quando eu era criança, provavelmente estudando na 3ª ou 4ª série, meu pai costumava me bater quando eu tirava notas ruins no colégio. Nunca passou pela cabeça dele perguntar a mim o que estava acontecendo, se eu tinha alguma dificuldade de aprender, se eu estudava, se era por que eu não estava realmente entendendo ou aprendendo tal matéria. Podia ser alguma dificuldade de atenção/aprendizagem — algo que podia se resolvido com acompanhamento mais sensato. Ao ver o boletim, apenas ficava com raiva por ver notas baixas e já ameaçava dizendo que, quando chegarmos em casa, iria resolver isso. Na época, meu pai is nos pegar no colégio (eu, minha irmã e meu primo), pois morávamos na mesma rua.

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